Bolsonaro diz que usou auxílio-moradia para “comer gente”

Em entrevista em Angra dos Reis, o pré-candidato à presidência afirmou ainda que vai vender o apartamento de Brasília e morar em uma mansão.

 

O deputado federal Jair Messias Bolsonaro (PSC), pré-candidato à Presidência da República, defendeu na quinta-feira (11) o uso do auxílio-moradia de R$ 4.253,00 pago aos parlamentares além dos R$ 33.763 de salário. O presidenciável, que recebe a verba mesmo tendo imóvel próprio em Brasília – DF, afirmou que, como era solteiro, usou o dinheiro para “comer gente”.

 

Em entrevista a repórteres do jornal Folha de São Paulo na frente de sua casa em Angra dos Reis – RJ, onde foi pego de surpresa, Bolsonaro afirmou que pretende vender seu apartamento em Brasília para usar um apartamento da Câmara dos Deputados e, com isso, deixar de usar o auxílio. “Inclusive tem mais ou menos 60 m² o meu apartamento e vou passar para um de 200 m². Espero que pegue com hidromassagem, ok? Eu vou morar numa mansão, não vou pagar segurança, não vou pagar IPTU, no meu eu pago”, disse.

 

Ao ser confrontado, o pré-candidato negou ter usado verba do auxílio para financiar um de seus apartamentos e debochou: “Como eu estava solteiro naquela época, esse dinheiro de auxílio-moradia eu usava para comer gente. Tá satisfeita agora ou não?”, respondeu. Bolsonaro disse ainda que aquela era a resposta que a repórter merecia e perguntou se ela queria que ele prestasse “continha”.

 

Bolsonaro está entre os deputados que recebem o auxílio-moradia em espécie, sem precisar apresentar recibos. Por isso, é descontado o imposto de renda do recurso. O deputado disse que receber a verba tendo imóvel é um direito, já que não há disposição em contrário.

 

Sobre a divulgação do crescimento do seu patrimônio, Bolsonaro reclamou o fato de os bens dos filhos também terem sido informados e disse que daqui a pouco vão querer falar da mãe dele. “Se meu filho assaltar um banco ou ganhar na Mega Sena agora, é problema dele, não é meu”, afirmou.

 

Bolsonaro também disse que quando falou em sonegar impostos em entrevista em 1999 fazia apenas um “desabafo”. “Falei sonego tudo o que é possível. Como posso sonegar o ICMS, por exemplo?”, questionou.

Em entrevista em Angra dos Reis, o pré-candidato à presidência afirmou ainda que vai vender o apartamento de Brasília e morar em uma mansão.

 

O deputado federal Jair Messias Bolsonaro (PSC), pré-candidato à Presidência da República, defendeu na quinta-feira (11) o uso do auxílio-moradia de R$ 4.253,00 pago aos parlamentares além dos R$ 33.763 de salário. O presidenciável, que recebe a verba mesmo tendo imóvel próprio em Brasília – DF, afirmou que, como era solteiro, usou o dinheiro para “comer gente”.

 

Em entrevista a repórteres do jornal Folha de São Paulo na frente de sua casa em Angra dos Reis – RJ, onde foi pego de surpresa, Bolsonaro afirmou que pretende vender seu apartamento em Brasília para usar um apartamento da Câmara dos Deputados e, com isso, deixar de usar o auxílio. “Inclusive tem mais ou menos 60 m² o meu apartamento e vou passar para um de 200 m². Espero que pegue com hidromassagem, ok? Eu vou morar numa mansão, não vou pagar segurança, não vou pagar IPTU, no meu eu pago”, disse.

 

Ao ser confrontado, o pré-candidato negou ter usado verba do auxílio para financiar um de seus apartamentos e debochou: “Como eu estava solteiro naquela época, esse dinheiro de auxílio-moradia eu usava para comer gente. Tá satisfeita agora ou não?”, respondeu. Bolsonaro disse ainda que aquela era a resposta que a repórter merecia e perguntou se ela queria que ele prestasse “continha”.

 

Bolsonaro está entre os deputados que recebem o auxílio-moradia em espécie, sem precisar apresentar recibos. Por isso, é descontado o imposto de renda do recurso. O deputado disse que receber a verba tendo imóvel é um direito, já que não há disposição em contrário.

 

Sobre a divulgação do crescimento do seu patrimônio, Bolsonaro reclamou o fato de os bens dos filhos também terem sido informados e disse que daqui a pouco vão querer falar da mãe dele. “Se meu filho assaltar um banco ou ganhar na Mega Sena agora, é problema dele, não é meu”, afirmou.

 

Bolsonaro também disse que quando falou em sonegar impostos em entrevista em 1999 fazia apenas um “desabafo”. “Falei sonego tudo o que é possível. Como posso sonegar o ICMS, por exemplo?”, questionou.

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