Beija-Flor é a campeã do carnaval do Rio de Janeiro

A Beija-Flor é a grande campeã do carnaval do Rio de Janeiro. A escola de Nilópolis foi consagrada no Grupo Especial, em apuração realizada na quarta-feira de Cinzas (14), na Praça da Apoteose, na capital fluminense. O título foi disputado ponto a ponto, principalmente, entre Paraíso do Tuiuti e Salgueiro.

 

A segunda colocada foi a Paraíso do Tuiuti, de São Cristóvão, com o título “Meu Deus, Meu Deus, está extinta a escravidão?”. A terceira posição ficou com o Salgueiro, que fez tributo às mulheres negras.

 

A Beija-Flor levou à Marquês de Sapucaí um paralelo entre o romance “Frankenstein” e as mazelas sociais brasileiras: corrupção, desigualdade, violência e intolerâncias de gênero, racial, religiosa e até esportiva.

 

Treze escolas brigavam pelo reconhecimento, em um ano de um carnaval mais naturalista, justificado pelo menor orçamento. Elas foram julgadas em nove quesitos: bateria, samba-enredo, harmonia, evolução, enredo, alegorias e adereços, fantasias, comissão de frente, mestre-sala e porta-bandeira.

 

Conforme sorteio realizado pela Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro – Liesa, o samba-enredo foi o primeiro critério de desempate. O segundo, fantasia. Duas escolas serão rebaixadas para o grupo de acesso: Império Serrano e Grande Rio.

A Beija-Flor é a grande campeã do carnaval do Rio de Janeiro. A escola de Nilópolis foi consagrada no Grupo Especial, em apuração realizada na quarta-feira de Cinzas (14), na Praça da Apoteose, na capital fluminense. O título foi disputado ponto a ponto, principalmente, entre Paraíso do Tuiuti e Salgueiro.

 

A segunda colocada foi a Paraíso do Tuiuti, de São Cristóvão, com o título “Meu Deus, Meu Deus, está extinta a escravidão?”. A terceira posição ficou com o Salgueiro, que fez tributo às mulheres negras.

 

A Beija-Flor levou à Marquês de Sapucaí um paralelo entre o romance “Frankenstein” e as mazelas sociais brasileiras: corrupção, desigualdade, violência e intolerâncias de gênero, racial, religiosa e até esportiva.

 

Treze escolas brigavam pelo reconhecimento, em um ano de um carnaval mais naturalista, justificado pelo menor orçamento. Elas foram julgadas em nove quesitos: bateria, samba-enredo, harmonia, evolução, enredo, alegorias e adereços, fantasias, comissão de frente, mestre-sala e porta-bandeira.

 

Conforme sorteio realizado pela Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro – Liesa, o samba-enredo foi o primeiro critério de desempate. O segundo, fantasia. Duas escolas serão rebaixadas para o grupo de acesso: Império Serrano e Grande Rio.

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