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Banco Safra pagará US$ 10 mi por movimentar dinheiro desviado por Maluf

Na quarta-feira (1º), o banco Safra fechou um acordo com Ministério Público Estadual (MPE) para não responder a uma ação na Justiça por ter recebido dinheiro desviado das obras públicas da avenida Jornalista Roberto Marinho e túnel Ayrton Senna, na capital paulista, durante a gestão do ex-prefeito Paulo Salim Maluf (PP).

 

A instituição concordou em pagar 10 milhões de dólares para a Prefeitura de São Paulo. O ex-prefeito e familiares movimentaram pelo menos US$ 344 milhões em países como Estados Unidos, Suíça, França, Inglaterra e Luxemburgo.

 

O montante serve como pagamento de indenização por dano moral coletivo, segundo o MPE. “Trata-se de um acordo de valor significativo que evita longas discussões estéreis e ao mesmo tempo garante a construção e a reforma de creches no Município de São Paulo”, afirmou o promotor Silvio Antonio Marques.

 

O banco, no entanto, não é acusado de crime até o momento. Maluf foi prefeito de São Paulo entre 1969 e 1971 e cumpriu segundo mandato na função de 1993 e 1997. Em maio, ele foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) pelo crime de lavagem de dinheiro.

 

A pena dele foi fixada em 7 anos, 9 meses e 10 dias de prisão em regime fechado, fora perda de mandato parlamentar e mais multa de mais de R$ 1,3 milhão.

Na quarta-feira (1º), o banco Safra fechou um acordo com Ministério Público Estadual (MPE) para não responder a uma ação na Justiça por ter recebido dinheiro desviado das obras públicas da avenida Jornalista Roberto Marinho e túnel Ayrton Senna, na capital paulista, durante a gestão do ex-prefeito Paulo Salim Maluf (PP).

 

A instituição concordou em pagar 10 milhões de dólares para a Prefeitura de São Paulo. O ex-prefeito e familiares movimentaram pelo menos US$ 344 milhões em países como Estados Unidos, Suíça, França, Inglaterra e Luxemburgo.

 

O montante serve como pagamento de indenização por dano moral coletivo, segundo o MPE. “Trata-se de um acordo de valor significativo que evita longas discussões estéreis e ao mesmo tempo garante a construção e a reforma de creches no Município de São Paulo”, afirmou o promotor Silvio Antonio Marques.

 

O banco, no entanto, não é acusado de crime até o momento. Maluf foi prefeito de São Paulo entre 1969 e 1971 e cumpriu segundo mandato na função de 1993 e 1997. Em maio, ele foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) pelo crime de lavagem de dinheiro.

 

A pena dele foi fixada em 7 anos, 9 meses e 10 dias de prisão em regime fechado, fora perda de mandato parlamentar e mais multa de mais de R$ 1,3 milhão.

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