Atropelador de Copacabana está com a carteira de habilitação suspensa desde 2014, diz DETRAN

Antonio de Almeida Anaquim, o motorista que invadiu o calçadão da Praia de Copacabana na noite da quinta-feira (18), está com a carteira de habilitação suspensa desde maio de 2014, segundo o Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN). O órgão informou ainda que ele escondeu, ao tirar a carteira, que sofre de epilepsia. No acidente, 16 pessoas ficaram feridas e um bebê de 8 meses morreu.

 

No site do órgão, a CNH de Antonio aparece como bloqueada, com 62 pontos e 14 multas nos últimos 5 anos. O bloqueio é uma restrição que ocorre ao final do processo de suspensão, com ou sem a entrega voluntária da carteira de habilitação.

 

Em nota, o DETRAN informou que Antonio “não cumpriu com a exigência de devolução da CNH para realização de curso de reciclagem”.

 

A nota diz ainda que a CNH de Antonio será, agora, cassada. “Por cometer um crime de trânsito ao dirigir com a carteira suspensa, o cidadão terá sua documentação cassada, como determina a legislação federal de trânsito”.

 

De acordo com o site do DETRAN, as infrações cometidas nos últimos cinco anos não estão prescritas e ainda podem ser aplicadas. Segundo o órgão, o condutor que for flagrado conduzindo qualquer veículo após haver bloqueio da CNH terá processo de cassação instaurado.

 

O órgão explica que os últimos 12 meses formam o período limite em que, se o condutor somar 20 ou mais pontos em sua CNH terá processo de suspensão do direito de dirigir instaurado. Esse cálculo não tem por base o ano civil. Assim, dentro de um mesmo ano pode haver mais de um processo de suspensão, mas sempre por infrações diferentes.

 

Se em 12 meses o condutor não tiver 20 pontos, essas infrações não são utilizadas para o período seguinte. Mas se antes de 12 meses o condutor chegar a 20 ou mais pontos, o processo já pode ser iniciado.

 

Após o acidente da quinta-feira, Antonio foi levado para a 12ª DP, em Copacabana, e disse que perdeu o controle do carro porque “apagou” após sofrer um ataque epilético.

 

O motorista foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) para ser submetido a exame que detecta a quantidade de álcool no sangue.

Antonio de Almeida Anaquim, o motorista que invadiu o calçadão da Praia de Copacabana na noite da quinta-feira (18), está com a carteira de habilitação suspensa desde maio de 2014, segundo o Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN). O órgão informou ainda que ele escondeu, ao tirar a carteira, que sofre de epilepsia. No acidente, 16 pessoas ficaram feridas e um bebê de 8 meses morreu.

 

No site do órgão, a CNH de Antonio aparece como bloqueada, com 62 pontos e 14 multas nos últimos 5 anos. O bloqueio é uma restrição que ocorre ao final do processo de suspensão, com ou sem a entrega voluntária da carteira de habilitação.

 

Em nota, o DETRAN informou que Antonio “não cumpriu com a exigência de devolução da CNH para realização de curso de reciclagem”.

 

A nota diz ainda que a CNH de Antonio será, agora, cassada. “Por cometer um crime de trânsito ao dirigir com a carteira suspensa, o cidadão terá sua documentação cassada, como determina a legislação federal de trânsito”.

 

De acordo com o site do DETRAN, as infrações cometidas nos últimos cinco anos não estão prescritas e ainda podem ser aplicadas. Segundo o órgão, o condutor que for flagrado conduzindo qualquer veículo após haver bloqueio da CNH terá processo de cassação instaurado.

 

O órgão explica que os últimos 12 meses formam o período limite em que, se o condutor somar 20 ou mais pontos em sua CNH terá processo de suspensão do direito de dirigir instaurado. Esse cálculo não tem por base o ano civil. Assim, dentro de um mesmo ano pode haver mais de um processo de suspensão, mas sempre por infrações diferentes.

 

Se em 12 meses o condutor não tiver 20 pontos, essas infrações não são utilizadas para o período seguinte. Mas se antes de 12 meses o condutor chegar a 20 ou mais pontos, o processo já pode ser iniciado.

 

Após o acidente da quinta-feira, Antonio foi levado para a 12ª DP, em Copacabana, e disse que perdeu o controle do carro porque “apagou” após sofrer um ataque epilético.

 

O motorista foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) para ser submetido a exame que detecta a quantidade de álcool no sangue.

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