Após sair de partido de Bolsonaro, Livres fará aliança com várias siglas em 2018

O Livres, corrente liberal que deixou o Partido Social Liberal (PSL) após a entrada do presidenciável Jair Messias Bolsonaro na sigla, anunciou na segunda-feira (22) que terá candidatos por diversos partidos nas eleições de 2018. Entre as agremiações que devem receber os membros do grupo estão o NOVO, PPS, REDE e PODEMOS.

 

Cada Estado definirá qual sigla apresenta o melhor projeto regionalmente. O Rio Grande do Sul foi o primeiro a anunciar que irá migrar para o Novo. Candidato à prefeitura de Porto Alegre – RS em 2016, Fábio Ostermann, por exemplo, será candidato à Câmara pelo partido. Os partidos que conversam com o Livres também devem aceitar uma carta com os pontos do programa defendido pelo grupo.

 

Dentro do Livres, a avaliação é de que, apesar do impacto inicial, a saída do PSL serviu para conferir maior peso ao grupo. No sábado (21), a pedido do governador de São Paulo Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho, Geraldo Alckmin (PSDB), a economista Elena Landau intermediou um encontro entre o tucano e o presidente interino do Livres, Paulo Gontijo. Alckmin se mostrou interessado em entender melhor o funcionamento da antiga corrente do PSL.

 

Integrantes do Livres também foram aceitos no movimento RenovaBR, grupo interessado em financiar candidatos nas eleições de 2018.

 

“Não poderíamos deixar de ouvir nossas lideranças nos Estados. O acordo é que tenhamos independência para defender os nossos valores em siglas que deem espaços para nossas propostas. O grande objetivo sempre foi trazer as ideias liberais para realidade”, afirmou o presidente interino do grupo, Paulo Gontijo.

 

Segundo Paulo Gontijo, após deixar o partido, houve um aumento de interesse na formação de representação em cinco Estados onde o Livres não estava presente. O grupo, no entanto, não definiu nenhum rumo após as eleições de 2018. Segundo Gontijo, a ideia é a criação de uma associação sem fins lucrativos que formule políticas públicas de viés liberal.

 

A relação entre o PSL e o Livres acabou após o anúncio da filiação de Jair Bolsonaro, no início do ano. O grupo entrou no partido com o objetivo de transformá-lo no “primeiro partido liberal orgânico”. No entanto, no início do ano, Luciano Caldas Bivar, que ainda detinha o comando do partido, optou pelo projeto presidencial de Jair Bolsonaro. O Livres queria trazer pelo menos seis deputados federais, cinco deles do PSDB, para o partido, mas o projeto naufragou após a chegada de Bolsonaro.

 

O Livres alega “incompatibilidade ideológica” com o deputado federal. O grupo se diz “liberal por inteiro, tanto na economia como nos costumes”. Entre as bandeiras do grupo está a legalização das drogas.

O Livres, corrente liberal que deixou o Partido Social Liberal (PSL) após a entrada do presidenciável Jair Messias Bolsonaro na sigla, anunciou na segunda-feira (22) que terá candidatos por diversos partidos nas eleições de 2018. Entre as agremiações que devem receber os membros do grupo estão o NOVO, PPS, REDE e PODEMOS.

 

Cada Estado definirá qual sigla apresenta o melhor projeto regionalmente. O Rio Grande do Sul foi o primeiro a anunciar que irá migrar para o Novo. Candidato à prefeitura de Porto Alegre – RS em 2016, Fábio Ostermann, por exemplo, será candidato à Câmara pelo partido. Os partidos que conversam com o Livres também devem aceitar uma carta com os pontos do programa defendido pelo grupo.

 

Dentro do Livres, a avaliação é de que, apesar do impacto inicial, a saída do PSL serviu para conferir maior peso ao grupo. No sábado (21), a pedido do governador de São Paulo Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho, Geraldo Alckmin (PSDB), a economista Elena Landau intermediou um encontro entre o tucano e o presidente interino do Livres, Paulo Gontijo. Alckmin se mostrou interessado em entender melhor o funcionamento da antiga corrente do PSL.

 

Integrantes do Livres também foram aceitos no movimento RenovaBR, grupo interessado em financiar candidatos nas eleições de 2018.

 

“Não poderíamos deixar de ouvir nossas lideranças nos Estados. O acordo é que tenhamos independência para defender os nossos valores em siglas que deem espaços para nossas propostas. O grande objetivo sempre foi trazer as ideias liberais para realidade”, afirmou o presidente interino do grupo, Paulo Gontijo.

 

Segundo Paulo Gontijo, após deixar o partido, houve um aumento de interesse na formação de representação em cinco Estados onde o Livres não estava presente. O grupo, no entanto, não definiu nenhum rumo após as eleições de 2018. Segundo Gontijo, a ideia é a criação de uma associação sem fins lucrativos que formule políticas públicas de viés liberal.

 

A relação entre o PSL e o Livres acabou após o anúncio da filiação de Jair Bolsonaro, no início do ano. O grupo entrou no partido com o objetivo de transformá-lo no “primeiro partido liberal orgânico”. No entanto, no início do ano, Luciano Caldas Bivar, que ainda detinha o comando do partido, optou pelo projeto presidencial de Jair Bolsonaro. O Livres queria trazer pelo menos seis deputados federais, cinco deles do PSDB, para o partido, mas o projeto naufragou após a chegada de Bolsonaro.

 

O Livres alega “incompatibilidade ideológica” com o deputado federal. O grupo se diz “liberal por inteiro, tanto na economia como nos costumes”. Entre as bandeiras do grupo está a legalização das drogas.

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