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Ao menos 6 presidentes de partidos responderão a processos no STF em 2018

Ao menos 6 presidentes de partido iniciarão 2018 com pendências no Supremo Tribunal Federal (STF). São deputados e senadores com foro privilegiado que comandam algumas das maiores legendas do Brasil.

 

É o caso dos presidentes dos gigantes Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e Partido dos Trabalhadores (PT), respectivamente os 2 maiores em número de filiados. O senador Romero Jucá Filho (MDB) responde atualmente a 11 inquéritos no Supremo. No caso do PT, sua presidente, a senadora Gleisi Helena Hoffmann, já é ré em 1 processo, além de ser investigada em outro inquérito.

 

Também são alvos de investigação os presidentes do:

 

Partido Social Democrático (PSD), Gilberto Kassab – atualmente afastado do cargo de deputado para ser o titular do Ministério da Ciência, Tecnologia e Comunicações;

Partido Republicano Brasileiro (PRB), Marcos Antônio Pereira – também afastado da Câmara para assumir o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços;

Democratas (DEM), senador José Agripino Maia; e

Partido Progressista (PP), senador Ciro Nogueira Lima Filho.

 

Tanto Kassab como Marcos Pereira estão licenciados da Presidência de suas siglas, mas, na prática, continuam no comando. Kassab é investigado por fatos relacionados aos cartéis relatados ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) pela Odebrecht. Marcos Pereira também é investigado sobre possíveis propinas recebidas da empreiteira.

 

Os substitutos dos 2 presidentes, Alfredo Cotait Neto (PSD) e o senador Eduardo Benedito Lopes (PRB) não respondem a nenhum inquérito.

 

O presidente do DEM, Agripino Maia, recentemente se tornou réu no STF. Ele é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), o senador recebeu propina na construção do estádio Arena das Dunas em Natal, uma da sede das Copas do Mundo de 2014.

 

Ciro Nogueira, do PP, também é investigado na Operação Lava Jato. Ele é acusado de crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no âmbito da Lava Jato.

 

O governador de São Paulo, Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho, Geraldo Alckmin, recém-empossado presidente do PSDB, não é alvo de investigação no Supremo, mas teve 1 pedido de inquérito contra si remetido pela Corte ao Supremo Tribunal de Justiça (STJ). O STJ é o responsável por julgar casos envolvendo governadores.

Ao menos 6 presidentes de partido iniciarão 2018 com pendências no Supremo Tribunal Federal (STF). São deputados e senadores com foro privilegiado que comandam algumas das maiores legendas do Brasil.

 

É o caso dos presidentes dos gigantes Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e Partido dos Trabalhadores (PT), respectivamente os 2 maiores em número de filiados. O senador Romero Jucá Filho (MDB) responde atualmente a 11 inquéritos no Supremo. No caso do PT, sua presidente, a senadora Gleisi Helena Hoffmann, já é ré em 1 processo, além de ser investigada em outro inquérito.

 

Também são alvos de investigação os presidentes do:

 

Partido Social Democrático (PSD), Gilberto Kassab – atualmente afastado do cargo de deputado para ser o titular do Ministério da Ciência, Tecnologia e Comunicações;

Partido Republicano Brasileiro (PRB), Marcos Antônio Pereira – também afastado da Câmara para assumir o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços;

Democratas (DEM), senador José Agripino Maia; e

Partido Progressista (PP), senador Ciro Nogueira Lima Filho.

 

Tanto Kassab como Marcos Pereira estão licenciados da Presidência de suas siglas, mas, na prática, continuam no comando. Kassab é investigado por fatos relacionados aos cartéis relatados ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) pela Odebrecht. Marcos Pereira também é investigado sobre possíveis propinas recebidas da empreiteira.

 

Os substitutos dos 2 presidentes, Alfredo Cotait Neto (PSD) e o senador Eduardo Benedito Lopes (PRB) não respondem a nenhum inquérito.

 

O presidente do DEM, Agripino Maia, recentemente se tornou réu no STF. Ele é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), o senador recebeu propina na construção do estádio Arena das Dunas em Natal, uma da sede das Copas do Mundo de 2014.

 

Ciro Nogueira, do PP, também é investigado na Operação Lava Jato. Ele é acusado de crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no âmbito da Lava Jato.

 

O governador de São Paulo, Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho, Geraldo Alckmin, recém-empossado presidente do PSDB, não é alvo de investigação no Supremo, mas teve 1 pedido de inquérito contra si remetido pela Corte ao Supremo Tribunal de Justiça (STJ). O STJ é o responsável por julgar casos envolvendo governadores.

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