Álvaro Dias elogia Lava Jato e lança pré-candidatura à Presidência

Discursando contra os partidos políticos – que definiu como atores de um “quadro deteriorado”, que “mergulhou o pais num oceano de dificuldades” -, o senador Álvaro Dias (Podemos) divulgou, no domingo (19), a sua pré-candidatura à Presidência em 2018.

 

Dias participou de um evento na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), promovido pela juventude de seu partido. Elogiou as ações de combate à corrupção do Ministério Público Federal (MPF), da Justiça e da Polícia Federal (PF). Citou dois “ícones da Justiça”: os juízes da Operação Lava Jato Sérgio Fernando Moro e Marcelo da Costa Bretas.

 

“Ou [políticos] mudamos, ou seremos atropelados por esse sentimento irresistível”, afirmou.

 

“Organizações criminosas”, “lavanderias do dinheiro público”, “filhos do Petrolão” e “sanguessugas” foram alguns dos termos que o senador usou para se referir à classe política.

 

Álvaro Dias, disse que discorda de “muitos analistas” que veem, neste momento, uma possibilidade de polarização eleitoral entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), à esquerda, e o deputado federal Jair Messias Bolsonaro, à direita.

 

“Há no inconsciente coletivo um movimento que emerge avassalador, contra os velhos conceitos, que estão arraigados ainda entre os analistas”, ele diz. “Imagino as pessoas lúcidas, conscientes de que a omissão pode ser tragédia política renovada”.

 

Ele diz apostar que o PSDB, que deixou em 2015, enfrentará rejeição nas urnas em 2018.

 

“O PSDB já perdeu várias eleições e deve perder mais uma, como consequência exatamente do seu perfil de partido cartorial, com decisões impostas de cima para baixo. [A sigla] não exercita internamente a democracia e promove divergências internas”.

 

O Podemos a que Álvaro Dias se filiou em 1º de julho deste ano, é o sétimo partido do senador.

 

Ainda não vislumbra alianças com outras legendas em sua campanha “irreversível” para disputar a Presidência.

 

“As alianças foram a causa dessa desgraça administrativa que se implantou no Brasil. Quero ficar distante desse conluio partidário promíscuo”, afirmou.

 

As associações, no entanto, serão possíveis para viabilizar candidaturas regionais, como a do senador e ex-jogador de futebol Romário de Souza Faria ao governo do Rio de Janeiro.

 

Ideologicamente, diz rejeitar se classificar como político de esquerda ou de direita. Ou mesmo de centro: “Prefiro apresentar as credenciais e deixar que as pessoas me rotulem”.

 

“Procuro valorizar ideias que são consideradas patrimônio da direita e ideias que são consideradas patrimônio da esquerda. Não entendo como elas não podem ser patrimônio de quem quer que seja”, ele comenta.

 

No campo que ele atribui à direita, defende um Estado mais enxuto, com um programa de privatizações que exclui empresas “estratégicas que dizem respeito à soberania nacional”, como a Petrobras e a Eletrobras. À esquerda, defende programas sociais de transferência de renda.

Discursando contra os partidos políticos – que definiu como atores de um “quadro deteriorado”, que “mergulhou o pais num oceano de dificuldades” -, o senador Álvaro Dias (Podemos) divulgou, no domingo (19), a sua pré-candidatura à Presidência em 2018.

 

Dias participou de um evento na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), promovido pela juventude de seu partido. Elogiou as ações de combate à corrupção do Ministério Público Federal (MPF), da Justiça e da Polícia Federal (PF). Citou dois “ícones da Justiça”: os juízes da Operação Lava Jato Sérgio Fernando Moro e Marcelo da Costa Bretas.

 

“Ou [políticos] mudamos, ou seremos atropelados por esse sentimento irresistível”, afirmou.

 

“Organizações criminosas”, “lavanderias do dinheiro público”, “filhos do Petrolão” e “sanguessugas” foram alguns dos termos que o senador usou para se referir à classe política.

 

Álvaro Dias, disse que discorda de “muitos analistas” que veem, neste momento, uma possibilidade de polarização eleitoral entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), à esquerda, e o deputado federal Jair Messias Bolsonaro, à direita.

 

“Há no inconsciente coletivo um movimento que emerge avassalador, contra os velhos conceitos, que estão arraigados ainda entre os analistas”, ele diz. “Imagino as pessoas lúcidas, conscientes de que a omissão pode ser tragédia política renovada”.

 

Ele diz apostar que o PSDB, que deixou em 2015, enfrentará rejeição nas urnas em 2018.

 

“O PSDB já perdeu várias eleições e deve perder mais uma, como consequência exatamente do seu perfil de partido cartorial, com decisões impostas de cima para baixo. [A sigla] não exercita internamente a democracia e promove divergências internas”.

 

O Podemos a que Álvaro Dias se filiou em 1º de julho deste ano, é o sétimo partido do senador.

 

Ainda não vislumbra alianças com outras legendas em sua campanha “irreversível” para disputar a Presidência.

 

“As alianças foram a causa dessa desgraça administrativa que se implantou no Brasil. Quero ficar distante desse conluio partidário promíscuo”, afirmou.

 

As associações, no entanto, serão possíveis para viabilizar candidaturas regionais, como a do senador e ex-jogador de futebol Romário de Souza Faria ao governo do Rio de Janeiro.

 

Ideologicamente, diz rejeitar se classificar como político de esquerda ou de direita. Ou mesmo de centro: “Prefiro apresentar as credenciais e deixar que as pessoas me rotulem”.

 

“Procuro valorizar ideias que são consideradas patrimônio da direita e ideias que são consideradas patrimônio da esquerda. Não entendo como elas não podem ser patrimônio de quem quer que seja”, ele comenta.

 

No campo que ele atribui à direita, defende um Estado mais enxuto, com um programa de privatizações que exclui empresas “estratégicas que dizem respeito à soberania nacional”, como a Petrobras e a Eletrobras. À esquerda, defende programas sociais de transferência de renda.

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