Alckmin diz que pode ter dois ou três palanques em São Paulo

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse na terça-feira (6) que a base aliada de seu governo pode ter “dois ou três palanques” na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes. Em entrevista coletiva ao lado do prefeito João Doria Junior (PSDB), na sede da prefeitura da capital, Alckmin ressaltou, no entanto, que o ideal para ele, que deve disputar a Presidência pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), seria reunir os partidos aliados em uma única candidatura à sua sucessão.

 

“Temos uma base ampla que me elegeu governador e o Doria, prefeito. Se pudermos estar juntos de novo, ótimo. O PSDB, como maior partido no Estado, tem aspiração legítima de ter candidato próprio. Se não for possível, teremos dois ou três palanques, não haverá problema”, afirmou Alckmin.

 

Já o prefeito João Doria fez, mais uma vez, defesa incisiva do lançamento de um candidato tucano ao governo paulista. “O PSDB terá o seu candidato. O que eu tenho dito não é diferente do que tem dito o governador: o PSDB terá candidato ao governo de São Paulo. O governador, aliás, nunca disse o contrário. Ele apenas defende, e corretamente, que quanto maior for o apoio, melhor. Isso é saudável e positivo”, disse o prefeito.

 

João Doria e Geraldo Alckmin falaram após assinatura do convênio para a liberação de 163,4 milhões de reais para a construção de 1.248 moradias na capital paulista. Desse montante, 25,2 milhões de reais foram liberados pela gestão Alckmin, 119,8 milhões de reais pelo governo federal e 18,4 milhões, além de terrenos, pelo município.

 

Ao concluir sua fala, João Doria ressaltou que essa posição “não desmerece” o vice-governador, Márcio França (PSB), que articula uma frente partidária para apoiar sua candidatura ao governo paulista e já conta com o respaldo declarado do Partido da República (PR) e do Solidariedade (SD).

 

França deve assumir o executivo paulista em abril, quando Geraldo Alckmin deixará o cargo para disputar a Presidência da República. O vice-governador já adiantou que pretende demitir secretários tucanos que não apoiarem sua candidatura. “Alguns queriam ficar no meu governo e apoiar candidato do PSDB. Ficar como inquilino. Isso não dá”, disse França. “Quem está no meu governo não pode fazer campanha para outro”, completou.

 

Atualmente, o PSDB tem onze das 26 pastas da máquina estadual: as secretarias de Governo, Casa Civil, Planejamento e Gestão, Energia e Mineração, Justiça, Desenvolvimento Social, Transportes Metropolitanos, Saúde, Educação, Logística e Transportes e Pessoa com Deficiência.

 

As demais secretarias são ocupadas por partidos da aliança que reelegeu Alckmin, como PTB, PV e DEM. “Não seria o caso de uma ameaça. Quando eu assumir o governo, se o PSDB tiver candidato, eles [apoiadores de uma candidatura do PSDB ao governo de SP] vão ter que sair caso queiram apoiar o candidato deles. Seria o justo”, argumenta Márcio França.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse na terça-feira (6) que a base aliada de seu governo pode ter “dois ou três palanques” na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes. Em entrevista coletiva ao lado do prefeito João Doria Junior (PSDB), na sede da prefeitura da capital, Alckmin ressaltou, no entanto, que o ideal para ele, que deve disputar a Presidência pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), seria reunir os partidos aliados em uma única candidatura à sua sucessão.

 

“Temos uma base ampla que me elegeu governador e o Doria, prefeito. Se pudermos estar juntos de novo, ótimo. O PSDB, como maior partido no Estado, tem aspiração legítima de ter candidato próprio. Se não for possível, teremos dois ou três palanques, não haverá problema”, afirmou Alckmin.

 

Já o prefeito João Doria fez, mais uma vez, defesa incisiva do lançamento de um candidato tucano ao governo paulista. “O PSDB terá o seu candidato. O que eu tenho dito não é diferente do que tem dito o governador: o PSDB terá candidato ao governo de São Paulo. O governador, aliás, nunca disse o contrário. Ele apenas defende, e corretamente, que quanto maior for o apoio, melhor. Isso é saudável e positivo”, disse o prefeito.

 

João Doria e Geraldo Alckmin falaram após assinatura do convênio para a liberação de 163,4 milhões de reais para a construção de 1.248 moradias na capital paulista. Desse montante, 25,2 milhões de reais foram liberados pela gestão Alckmin, 119,8 milhões de reais pelo governo federal e 18,4 milhões, além de terrenos, pelo município.

 

Ao concluir sua fala, João Doria ressaltou que essa posição “não desmerece” o vice-governador, Márcio França (PSB), que articula uma frente partidária para apoiar sua candidatura ao governo paulista e já conta com o respaldo declarado do Partido da República (PR) e do Solidariedade (SD).

 

França deve assumir o executivo paulista em abril, quando Geraldo Alckmin deixará o cargo para disputar a Presidência da República. O vice-governador já adiantou que pretende demitir secretários tucanos que não apoiarem sua candidatura. “Alguns queriam ficar no meu governo e apoiar candidato do PSDB. Ficar como inquilino. Isso não dá”, disse França. “Quem está no meu governo não pode fazer campanha para outro”, completou.

 

Atualmente, o PSDB tem onze das 26 pastas da máquina estadual: as secretarias de Governo, Casa Civil, Planejamento e Gestão, Energia e Mineração, Justiça, Desenvolvimento Social, Transportes Metropolitanos, Saúde, Educação, Logística e Transportes e Pessoa com Deficiência.

 

As demais secretarias são ocupadas por partidos da aliança que reelegeu Alckmin, como PTB, PV e DEM. “Não seria o caso de uma ameaça. Quando eu assumir o governo, se o PSDB tiver candidato, eles [apoiadores de uma candidatura do PSDB ao governo de SP] vão ter que sair caso queiram apoiar o candidato deles. Seria o justo”, argumenta Márcio França.

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